PADRE JAMES E MINISTROS

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PADRE JAMES E ACÓLITOS

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PAPA FRANCISCO

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DIRETOR PROVINCIAL SALVATORIANO

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Pe. Álvaro Macagnan

domingo, 19 de abril de 2015

CATÓLICOS DE LUTO EM CHAPADINHA - MORRE EM PORTUGAL, AOS 73 ANOS, O PÁROCO DE CHAPADINHA - MANUEL NEVES

 
O Pároco de Chapadinha, Manuel dos Santos Neves, morreu na manhã deste domingo (19 de abril), em Portugal, por volta das 11h (hora local). Padre Neves, de 73 anos, enfrentava problemas de saúde, que se agravaram no final de janeiro deste ano, quando partiu para sua terra natal, onde foi submetido a uma cirurgia, assim que chegou. DESCANSE EM PAZ!

domingo, 12 de abril de 2015


FESTA DA DIVINA MISERICÓRDIA

 
A Igreja Católica celebra, no segundo domingo da Páscoa, a Festa da Divina Misericórdia, instituída pelo Papa Beato João Paulo II. Esta festa teve origem na Polônia, em Cracóvia, através das experiências místicas de Santa Irmã Faustina Kowalska, e é hoje celebrada no mundo inteiro.
 
Santa Ir. Faustina Kowalska, conhecida hoje como Santa Faustina, nasceu em Głogowiec, perto de Łódź (Polônia), aos 25 de agosto de 1905, vindo a falecer ainda jovem, em Cracóvia (Kraków), aos 05 de outubro de 1938. Pertencia à congregação das “Irmãs de Nossa Senhora da Misericórdia.” Ela entrou na congregação em 1924 e ficou apenas 14 anos, até o momento de sua morte. É reconhecida como a “apóstola da Divina Misericórdia”.
 
O padre Michal Supocko, que era seu confessor, pediu que ela escrevesse os seus diálogos espirituais. Isso resultou em centenas de páginas, que estão traduzidas em muitos idiomas: “o Diário de Santa Faustina”. Encontramos este livro em quase todos as línguas, desde os idiomas indígenas até as línguas dos desertos da África.
 
Qual seria a imagem da Divina Misericórdia? As freiras da congregação responsáveis pelo Santuário da Divina Misericórdia, em Cracóvia, contam como Santa Faustina orientou a pintura do quadro que representava Jesus misericordioso. Um pintor renomado foi convidado para pintar o quadro: Eugeniusz Kazimirowski, em 1934. Tudo dependeu das informações dela. Depois do quadro pintado, ela disse que por mais linda que fosse a arte, a pintura ainda não representava a beleza que ela tinha intuído e vivido. Abaixo do quadro, veio a grande expressão, verdadeira manifestação de fé: “Jesus, eu confio em vós!” (Jezu, ufam Tobie!) Hoje, essa pintura se encontra espalhada em inúmeras paróquias e residências em todo o Brasil e no mundo.
 
A celebração da Divina Misericórdia levou muito tempo até entrar na liturgia. Hoje, com a aprovação do Papa João Paulo II, está presente em todos os continentes. Foi o Pe. Michal Supocko que desde 1937, tendo acompanhado Santa Faustina, trabalhou para que fosse introduzido na liturgia o Domingo da Divina Misericórdia (“Eu desejo que o primeiro domingo depois da Páscoa seja a Festa da Misericórdia” (Diário 299). Em 1946, o então cardeal August Hlond, primaz da Polônia, enviou um ofício à Santa Sé pedindo a inserção dessa festa. Em 1957, novamente o tema foi retomado. E em nome do cardeal Stefan Wyszynski, 17 dioceses foram entrevistadas. No dia 19 de novembro de 1958, o Santo Ofício emitiu um decreto confirmando a celebração da Divina Misericórdia. Este decreto foi tornado público alguns meses depois, entrando oficialmente no calendário litúrgico no dia 06 de março de 1959. Mas até ali ainda não havia sido definida uma data oficial para o culto.

A irmã Faustina foi beatificada em 18 de abril de 1993, quando a Conferência Episcopal da Polônia retomou o tema, enviando ao Papa um novo pedido para tornar pública esta festa da Divina Misericórdia. Quem oficializou a data foi o Papa Beato João Paulo II no dia 17 de agosto de 2002, na Basílica da Divina Misericórdia, em Cracóvia, declarando o segundo domingo da Páscoa como sendo o dia do culto à Divina Misericórdia. Inclusive, o Papa recomendou que neste culto se fizesse uma novena que deve ser iniciada sempre na Sexta-Feira Santa. Podemos encontrar maior reflexão sobre o tema estudando a encíclica do Papa JPII “Dives in Misericordia”.
 
Hoje, vemos em inúmeras paróquias de todo o Brasil e no mundo, e até em ambientes familiares, a prática desta devoção em louvor à Divina Misericórdia. Lembremo-nos de que não é apenas nesse domingo, mas a Misericórdia com os irmãos deve ser praticada a cada instante de nossas vidas.
 
Jesus Cristo é a primeira fonte da Misericórdia. Assim como seus discípulos, devemos ser os continuadores do amor e do perdão a todos. O Ano da Fé nos convida a acolher as palavras de Jesus, pois são o anúncio da verdadeira paz do coração e da esperança que está enraizada no mistério da cruz na sua paixão e morte e, acima de tudo, na sua gloriosa ressurreição. O Misericordioso Senhor nos deu a participação na sua vitória sobre o pecado e a morte.
 
Cristo ressuscitado nos ensina a necessidade da misericórdia e nos pede para praticar a caridade. Viver a fé nos impulsiona a levar a sério as palavras de nosso Mestre: Bem-aventurados os misericordiosos, porque eles alcançarão misericórdia (Mt 5,7). A expressão de fé madura está nos atos concretos de caridade. Que a celebração deste domingo fortaleça os nossos corações pela graça de Deus! A misericórdia de Deus está chegando ao nosso irmão por meio de ações concretas, palavras de esperança e constante oração para que desça a misericórdia sobre nós e sobre o mundo inteiro!
 
"Ajuda-me, Senhor, que minhas mãos possam ser misericordiosas e cheias de boas ações. Eu só sei fazer o bem ao próximo, tomar sobre mim o trabalho mais pesado. Ajuda-me, que o meu pé possa ser misericordioso, para que eu possa correr para ajudar o meu próximo, vencendo a própria fadiga e cansaço. Meu verdadeiro descanso está a serviço dos outros. Ajuda-me, Senhor, que meu coração seja misericordioso, para que eu possa sentir em mim todos os sofrimentos dos outros..." (Santa Faustina, Diário, 163).

Que neste segundo Domingo da Páscoa, o da Misericórdia, Deus abençoe a todos!
Dom Orani Tempesta

quarta-feira, 8 de abril de 2015

SEMANA DE ORAÇÃO PELA UNIDADE DOS CRISTÃOS


 
“Dá-nos um pouco da tua água” será o tema da Semana Nacional de Oração pela Unidade dos Cristãos e Cristãs (SOUC). O evento ocorrerá de 17 e 24 de maio e buscará refletir sobre a unidade cristã e o diálogo entre as religiões. O material publicado é uma parceria entre Conselho Mundial de Igrejas (CMI) e Conselho Pontifício para a Unidade dos Cristãos.
 
O tema da Semana de Oração foi inspirado no Evangelho de São João, que retrata o encontro de Jesus com a mulher samaritana. A cena propõe reflexão do amor e da acolhida às diversidades de religião, etnia e cultura. O material foi elaborado pelo grupo de trabalho do Conselho Nacional de Igrejas Cristãs do Brasil (Conic).
 
Ainda, dentro da perspectiva do tema deste ano, pretende-se debater os diferentes contextos religiosos do país, abordando, principalmente, a intolerância religiosa.
 
Baixe o texto de introdução ao tema da Semana de Oração traduzido pela Comissão Episcopal Pastoral para o Ecumenismo e o Diálogo Inter-religioso da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB).
 
O subsídio foi preparado pelo Pontifício Conselho para a Promoção da Unidade dos Cristãos e pela Comissão Fé e Constituição do Conselho Mundial de Igrejas (CCMI)
 
Celebração nacional
No hemisfério norte, o período tradicional para a Semana de Oração pela Unidade dos Cristãos ocorreu de 18 a 25 de janeiro. As datas foram propostas em 1908, pelo sacerdote, padre Paul Watson, por ocasião das festas litúrgicas de São Pedro e São Paulo. Já no hemisfério Sul, no entanto, as igrejas celebram a Semana de Oração durante o Pentecostes, que é um momento simbólico para a unidade da Igreja. No Brasil, o Conic coordena as celebrações da Semana de Oração em diversas regiões do país.
 
O Conic foi fundado em 1982, com participação de membros das igrejas Católica Apostólica Romana, Evangélica de Confissão Luterana no Brasil (IECLB), Anglicana do Brasil (IEAB), Presbiteriana Unida (IPU) e a Igreja Sirian Ortodoxa de Antioquia (ISOA). Tem como missão promover e estimular relações ecumênicas entre Igrejas cristãs e o fortalecimento do testemunho em favor dos Direitos Humanos.
 
CNBB com informações do Conic. 

COMISSÃO DA CNBB DISPONIBILIZA LIVRETO PARA O DIA MUNDIAL DAS COMUNICAÇÕES



Fonte: CNBB

O 49º Dia Mundial das Comunicações Sociais propõe como tema "Comunicar a família: ambiente privilegiado do encontro na gratuidade do amor”. O evento será celebrado no dia 17 de maio, domingo que antecede Pentecostes.

A mensagem do papa Francisco para esta celebração está em consonância com a Assembleia Ordinária do Sínodo sobre a Família, que acontecerá em outubro próximo. 
“Na família, é sobretudo a capacidade de se abraçar, apoiar, acompanhar, decifrar olhares e silêncios, rir e chorar juntos, entre pessoas que não se escolheram e todavia são tão importantes uma para a outra… é sobretudo esta capacidade que nos faz compreender o que é verdadeiramente a comunicação enquanto descoberta e construção de proximidade”, escreveu o papa Francisco na mensagem.
Subsídio para vivência
Buscando auxiliar os regionais, dioceses e paróquias na vivência e celebração do Dia Mundial das Comunicações Sociais, a Comissão Episcopal para a Comunicação da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) prepara, todos os anos, um subsídio com orientações e sugestões de atividades. Foram impressos 16 mil livretos. O material traz a mensagem do papa Francisco, reflexão sobre o tema, sugestões para comemorar a data e motivações da celebração eucarística.
“É desejo do Santo Padre que o Dia Mundial para as Comunicações seja celebrado em todas as Igrejas de forma participativa, reflexiva e celebrativa, para que cada vez mais os cristãos desenvolvam uma consciência crítica frente aos meios e processos de comunicação”, explica o arcebispo de Campo Grande (MS) e presidente da Comissão para a Comunicação da CNBB, dom Dimas Lara Barbosa.
Articulação nas dioceses
O material é enviado às coordenações e lideranças da Pastoral da Comunicação (Pascom), responsáveis por articular e animar a comunicação nas igrejas locais. A Comissão orienta, também, o estudo do Diretório de Comunicação da Igreja no Brasil, que traz pistas de ação.
O subsídio está disponível no link 49º Dia Mundial das Comunicações Sociais.

CONSELHOS DA BÍBLIA PARA CADA SITUAÇÃO DA VIDA

 
 
 
“Ler a Sagrada Escritura significa pedir o conselho de Cristo.” São Francisco de Assis

Por ser Palavra de Deus, a Bíblia nunca envelhece, nem caduca; ela fala-nos hoje como para além dos séculos. Cristo é o centro da Sagrada Escritura. O Antigo Testamento o anuncia em figuras e na esperança; o Novo Testamento o apresenta como modelo vivo.

Devemos compreender que a Bíblia é a Palavra de Deus escrita para os homens e pelos homens; logo, ela apresenta duas faces: a divina e a humana.

Logo, para poder interpretá-la bem é necessário o reconhecimento da sua face humana, para depois, compreender a sua mensagem divina.

Nas Sagradas escrituras encontramos força e ensinamentos para diversas situações em nossas vidas.

Leia hoje, um CONSELHO de DEUS para você, QUE:

Está perdendo as esperanças: Rm 12, 12-16; Sl 125,6; Sl 55,5

O remorso o corrói:  Fl 3, 13 -14

Está passando por humilhações: Eclo 2, 2-4; 1 Pe 5,5-6

Sente-se abatido pelos inimigos: Mt 5,38-39.44; 6,14

Precisa dar o perdão a alguém: Mt 18,21-22

Sente-se desanimado: Fl 4,13, Mac 3,18

Sente enfraquecida sua fé: Rm 1, 17, Hb 12,6

Sente-se fraco e abatido: 2Cor 12,9-10; Mc 9,23

Passa por um momento de dúvidas: Jo 11,40; Sl 16, 3; 36,3-7

Está aflito: Mt 11,28-30

Passa por grande sofrimento: Lc 9,23; Rm 8,18

Permite que a raiva invada seu coração: Tg 1,19-20; Rm 12,14;Ef 4,26

Deixa-se dominar pelo medo: Lc 8,50; Rm 8,31; Sl 26,1

Sente-se sufocado pelas preocupações  da vida: 1 Pd 5,7; Mt 6,30-31

Luta contra a tentação: 1Cor 10,13

Sente-se provado em sua fé: Tg 1,12; 1 Pd 4,12; Eclo 2,5

Está triste: Fl 4,4; Eclo 30, 22-26

Tem um coração agradecido: 1Ts 5, 16

segunda-feira, 6 de abril de 2015

O QUE SIGNIFICA OITAVA DA PÁSCOA?

 
 
Passados os exercícios da Quaresma, pelos quais nos preparamos para a celebração da Ressurreição do Senhor, entramos no Tempo Pascal, tempo de alegria e exultação pela nova vida que o Senhor nos conquistou pagando, com sua entrega na cruz, o alto preço de nosso resgate. A cor litúrgica é branca, símbolo da pureza e da alegria (afinal, estamos limpos do pecado) e a presença do Círio Pascal é marcante como símbolo do Cristo Ressuscitado, coluna de LUZ que vai à frente do seu povo.
 
Nesta semana, em particular, estamos celebrando A OITAVA DA PÁSCOA. Como o mistério da "passagem" do Senhor pela morte é extremamente profundo, durante 8 dias celebraremos esse grande mistério como se fosse um único dia com o objetivo de viver melhor o ponto central de nossa fé: A RESSURREIÇÃO DE JESUS (no passado, esse era um tempo especial de contato com a fé para os que tinham sido batizados durante a Vigília Pascal).
 
Todo o tempo pascal, que se estende por 7 semanas até a Festa de Pentecostes, é marcado, não apenas nos domingos mas também durante os outros dias da semana, pelos textos de Atos dos Apóstolos e do Evangelho de João. São trechos que nos mostram a fé das primeiras comunidades cristãs e dos Apóstolos em Cristo Ressuscitado e nos convidam a fazer da nossa vida uma contínua páscoa seguindo fielmente os passos de Jesus, testemunhando-o corajosamente no mundo de hoje.
 
Que a luz do Cristo Ressuscitado nos ilumine para que possamos ser LUZ para o mundo!

Fonte:http://reflexaoliturgiadiaria.blogspot.com.br/2008/03/tempo-pascal-oitava-da-pscoa.html

domingo, 5 de abril de 2015

DOMINGO DA RESSURREIÇÃO NA PARÓQUIA SANT'ANA

O Domingo da Páscoa iniciou cedo na Paróquia Sant'Ana. A alvorada aconteceu às 5h30min na Capela São Raimundo Nonato. Lá, onde foi representado o sepulcro, o Pároco Padre Charles Alves fez uma breve reflexão sobre o Domingo da Ressurreição do Senhor. Com a imagem do Cristo Ressuscitado muitos fiéis seguiram rumo à Igreja Matriz para celebração da Santa Missa.


1No primeiro dia da semana, Maria Madalena foi ao túmulo de Jesus, bem de madrugada, quando ainda estava escuro, e viu que a pedra tinha sido tirada do túmulo.
João 20