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PADRE JAMES E MINISTROS

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PADRE JAMES E ACÓLITOS

PADRE JAMES E ACÓLITOS

PAPA FRANCISCO

PAPA FRANCISCO

LEITURA DIÁRIA DA PALAVRA - Clique na imagem

DIRETOR PROVINCIAL SALVATORIANO

DIRETOR PROVINCIAL SALVATORIANO
Pe. Álvaro Macagnan

segunda-feira, 31 de março de 2014

ESCOLAS DO NOSSO MUNICÍPIO REFLETEM SOBRE TEMA DA CF 2014



Durante o mês de março algumas escolas públicas do nosso município (Cristo Redentor, Domingos Jaques de Melo, José Barreto de Araújo e Justino da Silva Bastos) realizaram projetos pedagógicos envolvendo a Campanha da Fraternidade 2014. O tema deste ano, Fraternidade e tráfico humano, foi desenvolvido através de projetos muito bem elaborados pela coordenação pedagógica, professores e alunos, seguindo as instruções do Texto base e outros subsídios.

Os membros que compõem a Equipe Paroquial da Campanha da Fraternidade (Antonia Crateús, Elian Bantim, Francisco Lima, Maria Gonzaga, Maria José, Ronaldo Oliveira) foram solicitados para ministrar palestras sobre a temática, cujo objetivo geral é “Identificar as práticas tráfico humano em suas várias formas e denunciá-las como violação da dignidade e da liberdade humanas, mobilizando cristãos e pessoas de boa vontade para erradicar este mal com vista ao resgate da vida dos filhos e filhas de Deus”.

O Pároco Pe. Charles parabeniza todas as escolas que aderiram ao projeto!


























quinta-feira, 27 de março de 2014

RETIRO QUARESMAL DO CLERO DA DIOCESE DE BREJO


Padres, seminaristas, religiosos e o bispo da Diocese de Brejo estão reunidos em retiro quaresmal na Casa de Retiro Oásis, em São Luís, desde o início desta semana. O pregador deste ano é o Cardeal Dom Cláudio Hummes.

O retiro é um momento de silêncio e recolhimento na oração. Subir à montanha para ficar junto de Deus e buscar a renovação das forças e a conversão pessoal. 

quarta-feira, 19 de março de 2014

MISSA DESTA QUARTA-FEIRA CELEBRA MEMÓRIA DE SÃO JOSÉ

O Dia de São José, pai adotivo de Jesus, é comemorado em 19 de março. A Missa desta quarta-feira, 6h, foi celebrada pelo pároco Padre Cícero Charles, que em sua homilia retratou de modo especial o modelo de pai, esposo e justo homem que foi José, por isso merece todo nosso reconhecimento e devoção.

Para finalizar, o pároco retratou o fio condutor das leituras, salmo e evangelho, resumindo-o em uma significativa e profunda frase:


19 DE MARÇO - DIA DE SÃO JOSÉ

 
 
 
Neste dia, a Igreja espalhada pelo mundo todo, celebra solenemente a santidade de vida do seu Patrono, São José, por isso reza com ardor na Liturgia:

"Celebre a José a corte celeste, prossiga o louvor o povo cristão: só ele merece à Virgem se unir em casta união".

São José, que venerado de modo especial neste dia, é um dos santos mais conhecidos no cristianismo, tanto assim que inspirou o nome a dezenas de santos da Igreja e também a outros cristãos, que neste dia comemoram seu onomástico (festa pelo mesmo nome do santo do dia).

O nome José, em hebraico, significa: "Deus cumula de bens" e, sem dúvida, este conhecido carpinteiro de Nazaré, foi acumulado de bens ao não recusar sua missão de esposo da Virgem Maria e pai adotivo de Nosso Senhor Jesus Cristo:

"Ao despertar, José fez o que o Anjo do Senhor lhe prescrevera: acolheu em sua casa a sua esposa". (Mt 1,24)

A grande devoção dos cristãos para com São José, está fundamentada nas Sagradas Escrituras e Sagrada Tradição, portanto é com realismo que São José é reconhecido e invocado como modelo de pai, operário, protetor da Sagrada Família e da grande Família de Deus, que é a Igreja.

Embora na Bíblia pouco se fale sobre a figura de São José, o que nos é comunicado testemunha com clareza seu papel indispensável à missão do Cristo. Homem justo, trabalhador, silencioso e com fé, tornou suficientemente trabalhado pelas mãos do Oleiro divino, a ponto de ser constituído elo entre o Antigo e o Novo Testamento e conferir a Jesus a linhagem de Davi, a qual somente foi possível, porque São José, acima de tudo, foi homem de fé e coragem, como atesta-nos São Mateus:

"José, filho de Davi, não temas receber Maria por esposa, pois o que nela foi concebido vem do Espírito Santo. Despertando, José fez como o anjo do Senhor lhe havia mandado e recebeu em sua casa sua esposa" (Mt 1,20b.24).

São José, valei-nos!

São José é o padroeiro da Igreja Universal, o advogado dos lares cristãos e o modelo dos operários. Assim como Abraão e os patriarcas, José aguardava ansiosamente o cumprimento das promessas de Deus, entretanto, realiza suas promessas provando-o na fé. Com efeito, São José está comprometido com Maria, que fica grávida de um filho que não é dele. Não entende o que se passa. Vacila. Fica confuso e agoniado, mas acolhe a Palavra que lhe ordena tomar Maria como esposa e acolher o Menino que vai nascer. O próprio nascimento de Jesus não pôde ser programado. O Menino nasce em um estábulo, em meio a animais, à margem da sociedade. Os que vêm prestar-lhe culto é gente estranha, moradores fora das fronteiras de seu país. Não bastasse isso, Jesus é ameaçado de morte. José é obrigado a deixar a terra natal e fugir para o Egito. No Egito, luta arduamente para sobreviver numa terra estrangeira na clandestinidade. Aguarda o momento do regresso, quando a vida de Jesus não mais estiver ameaçada. Todavia, a vida do Messias estará sempre ameaçada durante todos os seus dias, até sua morte, e continua ameaçada ainda hoje, nas pessoas daqueles que lutam pela implantação do Reino na face da terra.
Príncipe da Casa Real de Davi e ao mesmo tempo humilde carpinteiro, é difícil se poder avaliar a grandeza de sua missão. É considerado o Patrono da Boa Morte porque morreu assistido pela Santíssima Virgem, sua Esposa, e pelo próprio Homem-Deus, de quem era pai adotivo. Foi também declarado Patrono da Santa Igreja.

sábado, 15 de março de 2014

QUEM FOI O PADRE JOSÉ DE ANCHIETA?

 


Artigo publicado no Jornal O Estado de São Paulo, Ed. de 8 de março de 2014
Cardeal Odilo Pedro Scherer, Arcebispo de São Paulo e Presidente do Regional Sul 1 da CNBB
 
 
Nos primeiros dias de abril deste ano, o papa Francisco proclamará “santo” o padre José de Anchieta, um missionário que marcou profundamente o Brasil nos seus inícios. 
 
Anchieta nasceu em San Cristobal de la Laguna (Canárias), em 19.03.1534; seu pai, Juan López de Anchieta, vinha de importante família basca, onde foi opositor político de Carlos V. Juan López, encontrando refúgio nas Canárias para escapar das perseguições sofridas; a mãe foi Mencía Díaz de Calvijo e Llerena, natural das Canárias.

José foi enviado para estudar em Coimbra quando tinha 14 ou 15 anos de idade; durante seus estudos de filosofia na universidade de Coimbra, teve contato com os jesuítas, apenas fundados como Ordem religiosa; em 1º de maio de 1551, José entrou na Companhia de Jesus. Enquanto na comunidade local eram lidas as cartas dos primeiros missionários jesuítas no Oriente, entre os quais, S.Francisco Xavier, nasceu em Anchieta o desejo de também seguir o mesmo caminho missionário; mas foi enviado ao Brasil pelo próprio Inácio de Loyola, fundador da Companhia de Jesus; em Salvador, de fato, já estavam em ação, o padre. Manuel da Nóbrega e alguns companheiros.

Partiu de Lisboa em 8 de maio de 1553 e desembarcou em Salvador no dia 13 de julho seguinte, ainda noviço e com apenas 19 anos de idade. Após um breve período de adaptação, acompanhou o Padre Nóbrega para a nova missão de Piratininga, onde chegaram em 24 de janeiro de 1554; no dia seguinte, festa litúrgica da Conversão do apóstolo São Paulo, foi celebrada a primeira missa nesta missão, que recebeu o nome de São Paulo, em homenagem ao Apóstolo-missionário. Esta data é reconhecida oficialmente como marco histórico da fundação da cidade de São Paulo.

Anchieta desempenhou ali um intenso trabalho no colégio, o primeiro dos jesuítas na América; ensinou a língua portuguesa aos filhos de índios e portugueses; mas também estudou a língua dos indígenas e compôs a primeira gramática da língua tupi; no mesmo idioma dos índios escreveu um catecismo, várias peças de teatro e hinos; compôs poemas e escreveu obras em português, latim e tupi e guarani.

Nos primeiros meses de 1563 acompanhou o padre Nóbrega na negociação da paz entre portugueses e tamoios; estes ameaçavam a colônia de São Vicente. Para dar provas de sinceridade na proposta de paz, Anchieta entregou-se aos índios como refém, ficando mais de 6 meses entre os Iperoig, enquanto Nóbrega e seus companheiros negociavam a paz com a Confederação dos Tamoios. Nesse mesmo período, nada fácil e de contínuos riscos para sua vida, Anchieta escreveu nas areias de uma praia de Ubatuba seu Poema à Virgem Maria.
Uma vez conseguida a paz, ele se dedicou às missões de São Vicente e de São Paulo, sempre atento à educação, à saúde e à assistência religiosa de indígenas e portugueses. No dia 6 de junho de 1566 recebeu, na catedral de Salvador, a ordenação sacerdotal. Tinha então, quase 32 anos de idade.

Em janeiro de 1567, partiu com o Padre Nóbrega para o Rio de Janeiro, para fundar o colégio local, que também regeu como reitor entre 1570 e 1573. Nos anos seguintes, foi o responsável pela missão de São Vicente, onde se dedicou sobretudo à catequese entre os índios Tapuias.

Enquanto isso, escrevia longos relatos aos superiores da Companhia de Jesus sobre suas atividades missionárias; fino observador dos usos e costumes indígenas, suas cartas estão repletas de elementos preciosos para os estudos antropológicos dos primeiros habitantes do Brasil. Mas também são muitas as suas anotações sobre a flora, a fauna, a geografia e o clima da terra brasileira. Anchieta pode ser considerado um dos primeiros antropólogos e naturalistas do Brasil.

Em 1576, tornou-se o quinto provincial da Companhia de Jesus no Brasil, ocupando esse cargo até 1587; apesar de sua saúde, nunca boa, empreendeu constantes viagens percorrendo o litoral desde Cananeia, no sul de São Paulo, até o Recife, para acompanhar as várias missões que os jesuítas já possuíam no Brasil. Foi também com a sua colaboração que tiveram início as reduções do Paraguai, com sede inicial em Assunção, e que se estenderam também para o território da Argentina e do sul do Brasil, ao longo dos rios Paraguai, Paraná e Uruguai.

A essa altura, já trabalhavam 140 missionários da Companhia no vasto território do Brasil, aos quais Anchieta visitava duas vezes por ano, dando origem também a novas iniciativas missionárias, mesmo no interior do país, fundando escolas e colégios. No Rio de Janeiro, em 1582, iniciou a construção da Santa Casa de Misericórdia, destinada a assistir os doentes e as vítimas das frequentes epidemias.

Anchieta foi sempre um religioso interessado profundamente nas pessoas, dando especial atenção aos pobres e doentes, mas também aos grupos indígenas ameaçados e aos negros escravizados; percorria grandes distâncias para visitar algum doente. À noite, sobretudo, passava longas horas em oração e seu desejo era levar a todos a luz do Evangelho de Cristo; a educação era parte integrante de seu trabalho missionário; soube respeitar e valorizar os elementos culturais dos povos originários do Brasil.

Em 1587, deixando o cargo de superior provincial, respondeu por vários anos, como reitor, pelo colégio de Vitória. Ali começou a sentir mais fortemente a doença que o levaria à morte em 9 de junho de 1597, enquanto se encontrava em Reritiba, uma localidade no Espírito Santo por ele mesmo fundada e que recebeu, mais tarde, o nome de Anchieta.. Seu corpo foi levado para Vitória, para os solenes funerais, durante os quais, ele já foi reconhecido como ”apóstolo do Brasil”.

quarta-feira, 12 de março de 2014

AVISO PAROQUIAL




Padre Charles convida coordenadores de pastorais, movimentos e capelas para a reunião do Conselho Pastoral Paroquial que acontecerá dia 14/03 (sexta-feira), no Centro de Formação Pe. Jordan.

Cardeal Odilo Pedro Scherer: Coragem, papa Francisco, coragem!

Cardeal Odilo P. Scherer
Arcebispo de São Paulo

Completa-se o primeiro ano de Pontificado do papa Francisco. A fumaça branca da Capela Sistina, na noite chuvosa e fria de 13 de março de 2013, preparou a multidão ansiosa da praça de São Pedro uma bela surpresa: o novo Bispo de Roma e Sucessor do apóstolo Pedro, colocado no centro da Igreja Católica, era um cardeal que vinha “quase do fim do mundo”! Jorge Mário Bergoglio, arcebispo de Buenos Aires, que escolheu para si o nome de Francisco.

Passados os primeiros momentos de encantamento, o papa Francisco começou logo a mostrar seu estilo, seu jeito latino-americano, seu desejo de servir a Igreja Católica e a humanidade de corpo e alma. Tantos detalhes chamaram a atenção, como a moradia na Casa Santa Marta, em vez do palácio apostólico; a dispensa de muitos protocolos; seu jeito de pastor de almas; a forma direta e simples de falar...

Mas tudo isso, embora significativo, ainda não diz tudo sobre a novidade do primeiro papa não europeu, depois de muitos séculos, primeiro latino-americano, primeiro papa jesuíta, com jeito de franciscano... Francisco tem clareza sobre sua missão mais urgente, na condição de Sucessor de Pedro: confirmar os irmãos na fé, reanimá-los, dar-lhes novamente certeza e segurança interior, superar certo desalento e baixa auto-estima na Igreja, restituir ao povo católico a alegria do Evangelho, a identificação com a própria Igreja e o senso de pertença a ela.

Sabe que sua missão é resgatar a credibilidade da Igreja, ferida por muitos escândalos decorrentes de pecados e fraquezas daqueles que deveriam ser reconhecidos como testemunhas fidedignas do Evangelho da vida e da esperança diante do mundo... Francisco sabe que esta credibilidade só é recuperada com a retidão de intenções e atitudes, amor à verdade e sincera humildade. E ele convidou todos os membros da Igreja a fazerem isso, empreendendo um verdadeiro caminho de conversão a Cristo e seu Evangelho.

Muitos, talvez, esperavam imediatas e até espetaculares reformas na Cúria Romana e nos organismos de governo, que ajudam o Papa em sua missão universal. Francisco começou pedindo reformas nas atitudes e nas disposições de todos os filhos da Igreja; as reformas administrativas da Santa Sé chegam aos poucos e as da Cúria romana ainda devem chegar.

Ninguém tenha a ilusão de que, na Igreja, tudo depende só da Cúria romana; Francisco tem falado mais vezes da necessária participação de todos e que cada membro da Igreja faça bem a sua parte, em vista da saúde do corpo inteiro.

Francisco quer uma Igreja que não seja auto-referencial, nem fechada sobre si mesma, mas discípula de Cristo e servidora do Evangelho para o mundo. Na Exortação Apostólica Evangelii Gaudium (“A Alegria do Evangelho”), ele apresentou as prioridades da missão evangelizadora no mundo atual: católicos felizes e agradecidos pela fé, percebida como dom precioso a ser compartilhado generosamente; uma Igreja que se faz missionária e se coloca em estado permanente de missão; a conversão constante ao autêntico espírito do Evangelho e a superação do “espírito mundano”, constante tentação para os cristãos e a Igreja; a saída para as periferias humanas e sociais e a solidariedade concreta em relação aos pobres.

Há muito para se fazer! Coragem, Papa Francisco, coragem! Deus o ilumine e guarde! E nós, além da admiração pelo Papa vindo da América Latina, também o acompanhemos neste esforço. Coragem, povo de Deus, coragem!

segunda-feira, 10 de março de 2014

Eparquia ucraniana convida Igreja no Brasil a rezar pela Ucrânia

O bispo eparca da eparquia São João Batista dos Ucranianos, em Curitiba (PR), dom Volodemer Koubetch, enviou carta à presidência da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) pedindo apoio nas orações pelos ucranianos mortos durante as manifestações ocorridas no país desde o ano passado, por conta da crise político-econômica e social.
 
Dom Volodemer afirma, em sua carta, que se sente na responsabilidade de contribuir para a promoção do diálogo fraterno e da paz na sociedade ucraniana. Confira o texto na íntegra:

Curitiba, 07 de março de 2014.
Eminência Reverendíssima Dom Raimundo – Presidente,
Eminência Reverendíssima, Dom Leonardo – Secretário,

Diante da grave situação político-social e econômica da Ucrânia enfrentada há vários meses, que resultou em violência extrema com muitas mortes e incontáveis feridos e que tende a se prolongar, causando ainda maior sofrimento aos nossos irmãos e irmãs ucranianos, independentemente de confissão religiosa ou opção partidária, gostaria de, em nome dos fiéis católicos ucranianos da Eparquia São João Batista e de todos os ucranianos do Brasil, contar com o apoio da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil e de todos os Bispos e fiéis da Igreja Católica Latina do Brasil para, juntos, elevarmos uma prece a Deus pelos mortos, que deram a sua vida pelo sonho de liberdade e de justiça e pelos que continuam a lutar pela construção de uma pátria íntegra, livre e em paz, onde sejam respeitados os direitos da dignidade humana.

Na esperança de maior união entre mentes e corações, sinto-me na responsabilidade de contribuir, pela oração e também pelo compromisso concreto, dentro das possibilidades reais para a promoção do diálogo fraterno e da paz na sociedade ucraniana que, certamente, lhe proporcionará mais justiça, liberdade e prosperidade.
Fraternalmente, na paz do Senhor,
Dom Volodemer Koubetch, OSBM
Bispo Eparca

sábado, 8 de março de 2014

HOMENAGEM DA COORDENAÇÃO DA PASCOM (ELIAN BANTIM) AO DIA INTERNACIONAL DA MULHER





Mulheres fazendo história
(Elian Bantim)

Inicio esta poesia com o início da história
Retratando a primeira mulher ainda frágil e indefesa
Que se deixou levar pela vaidade comendo o fruto proibido
Por suas mãos padeceu e chorou suas dores

Ergue-se outra mulher...forte, porém humilde
Serva fiel, discípula amada do Pai
Deu um convicto sim a vida
E em seu ventre carregou o mais belo tesouro

A história aponta outras mulheres
Aquelas que não se deixaram abater
Uniram-se reivindicando direitos
O clamor não foi ouvido
E covardemente reduziram-nas ao pó
Abafaram-lhes o grito de esperança
Que ecoa em cada 8 de março

Todas mulheres, todas guerreiras
Ícones de lutas e vitórias
Amadas, desejadas, rejeitadas
Se fazem vida para outras vidas

Não perdem o brilho ante os espinhos
Seguem resolutas aos percalços da existência

Mulheres...Evas, Marias, Joanas
Em cada rosto uma história
Em cada vida um destino
Em cada queda a altivez

Mulheres...dádivas ornadas por Deus.

Parabéns a todas as mulheres!



sexta-feira, 7 de março de 2014

AVISO PAROQUIAL

Via Sacra na Igreja Matriz

Todas as sextas-feiras da Quaresma
Participe!  Venha meditar sobre a Paixão e Morte de Cristo!

quarta-feira, 5 de março de 2014

SANTA MISSA NA MATRIZ MARCA INÍCIO DA QUARESMA

A Igreja Católica de Coelho Neto-MA começou a vivenciar o Tempo da Quaresma a partir desta quarta-feira de cinzas, com a Santa Missa celebrada pelo Pároco Pe. Charles.

No início da celebração, após a acolhida, o pároco fez a abertura oficial da Campanha da Fraternidade deste ano. Para dinamizar este momento, a equipe de liturgia preparou uma reflexiva encenação: vários jovens carregando a cruz; criança, jovem e adultos acorrentados representando a proposta do cartaz da CF; jovem transportando uma cesta com os vários subsídios da campanha e, para finalizar, o banner com o tema FRATERNIDADE E O TRÁFICO HUMANO e o lema É PARA A LIBERDADE QUE CRISTO NOS LIBERTOU. (Gl 5,1).

O objetivo da CF 2014 é identificar as práticas de tráfico humano em suas várias formas e denunciá-las como violação da dignidade e da liberdade humanas, mobilizando cristãos e pessoas de boa vontade para erradicar este mal com vista ao resgate da vida dos filhos e filhas de Deus.

Na homilia, o pároco ressaltou sobre a oração, o jejum e a esmola detalhando a importância dessas práticas para a vida espiritual. Posteriormente, Pe. Charles convidou a assembleia para um momento oracional, a fim de que todos refletissem sobre essas três virtudes e qual delas necessita de um melhor aperfeiçoamento.

Um dos momentos marcantes da celebração foi a distribuição das cinzas, como sinal de conversão e humildade: "Convertei-vos e credes no Evangelho".

Finalizando a Santa Missa, o pároco agradeceu a presença de todos, deu a bênção final e pronunciou estas belíssimas e profundas palavras: "HOJE, TOMAMOS UM BANHO DE FÉ!"

ASSEMBLEIA REUNIDA
PRESBITÉRIO COM A COR LITÚRGICA QUARESMAL
TEMA E LEMA DA CF 2014

COMENTARISTA ELIZIRAN BANTIM

PROCISSÃO DE ENTRADA






CORAL SANT'ANA
ABERTURA DA CF 2014





SUBSÍDIOS DA CF 2014








PRIMEIRA LEITURA
SALMO RESPONSORIAL

SEGUNDA LEITURA
PROCLAMAÇÃO SANTO EVANGELHO


HOMILIA






BÊNÇÃO DAS CINZAS

















LITURGIA EUCARÍSTICA



IDE EM PAZ E QUE O SENHOR VOS ACOMPANHE!