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Pe. Álvaro Macagnan

quinta-feira, 3 de abril de 2014

PADRE JOSÉ DE ANCHIETA É CANONIZADO NESTA QUINTA-FEIRA




Fonte: VEJA.

O papa Francisco assinou nesta quinta-feira, no Vaticano, a canonização do padre José de Anchieta (1534 - 1597) e o tornou oficialmente o terceiro santo brasileiro. São José de Anchieta agora se junta a Madre Paulina, canonizada em 2002 pelo Papa João Paulo II, e a Frei Galvão, que se tornou em 2007, no papado de Bento XVI, o Santo Antônio de Sant'Ana Galvão. Nascido nas Ilhas Canárias em 1534, Anchieta veio para o Brasil aos 19 anos e aqui fez toda sua obra como evangelizador. A canonização de Anchieta foi oficializada por decreto, dispensando a exigência de comprovação de um milagre. A iniciativa de fazer desse modo partiu do próprio papa Francisco, que fez toda sua carreira na Igreja Católica na ordem jesuíta, a mesma de Anchieta.

O processo de canonização normalmente é confirmado por dois milagres. Um é destinado à beatificação, quando o candidato passa a ser cultuado no país onde nasceu e morreu. O segundo, que deve ocorrer depois da beatificação, é contabilizado para a canonização - a santidade, portanto. A partir desse momento, o culto é permitido por completo. Anchieta tornou-se santo sem nenhum milagre comprovado, embora se diga dele que tenha acalmado feras e feito recuar tempestades. O privilégio é para poucos. Tal situação é chamada de canonização equipolente, quando um homem ou uma mulher se torna santo pelo "conjunto da obra". Ou seja, o candidato tem de ter a fama de milagreiro e ser alvo de grande devoção.

No domingo, às 11 horas, o cardeal-arcebispo de São Paulo, dom Odilo Scherer, celebrará missa em homenagem a São José de Anchieta, na Catedral da Sé. Antes da cerimônia, haverá, às 10 horas, uma concentração no Pátio do Colégio, de onde os devotos sairão em procissão, acompanhando uma relíquia - um pedaço do fêmur do novo santo. O Pátio do Colégio, antigo Colégio de Piratininga, foi criado por Anchieta e pelo padre Manoel da Nóbrega em 25 de janeiro de 1554, data que marca a fundação da cidade de São Paulo. Tanto na Sé como no Pátio do Colégio, será descerrado um painel de sete metros com estampa de Anchieta.

Em comunicado, a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) também confirmou que no dia 4 de maio, durante a 52ª Assembleia Geral da entidade, que acontecerá em Aparecida (SP), será celebrada missa em ação de graças pela canonização do beato. 


Missa em Roma – No dia 24 de março, o papa celebrará missa em homenagem a São José de Anchieta na Igreja de Santo Inácio, em Roma. O organizador da cerimônia, o padre jesuíta César Augusto dos Santos, um dos defensores da canonização, informou que estão sendo convidadas 1.000 pessoas. Um convite será encaminhado também ao governo brasileiro, por meio da Embaixada do Brasil na Santa Sé. Padre Geraldo Lacerdine, porta-voz da Companhia de Jesus em São Paulo, informou que os jesuítas estão programando uma grande celebração de ação de graças para 9 de junho, festa litúrgica de São José de Anchieta. Ele foi beatificado em 1980 e é lembrado nessa data, por ser o dia de sua morte.

Outros santos – O papa também canonizou outras duas pessoas ligadas à evangelização nas Américas: o bispo de Québec, Dom Francisco de Laval (1623-1708) e a Irmã Maria da Encarnação (1599-1672), fundadora de um mosteiro das Ursulinas na cidade de Québec, ambos de origem francesa e mortos no atual Canadá. O sumo pontífice autorizou também a publicação de cinco outros decretos, que dizem respeito ao reconhecimento de milagres de um Bispo italiano, de um Padre indiano, de dois religiosos italianos e de uma religiosa indiana, vividos nos séculos XIX e XX.

Finalmente, o papa assinou também oito decretos reconhecendo as virtudes heroicas de outros ‘Servos de Deus’, religiosos e religiosas provenientes da Espanha, Itália, França e Brasil – a Irmã Dulce Rodrigues dos Santos, fundadora da Ordem das Missionárias de Maria Imaculada, falecida em 1972.

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